Mystical Tales Shard

Rituais Órcquicos:
Badray Woar Guar – Rito de Combate. um campeonato aberto de luta, cuja regra é quem ficar de pé após o Goth’urk disser, vence.

DurbGaash – Rito de Passagem. Ao início do Inverno, os orcs celebram desde o amanhecer até o entardecer, com muita comida e bebida. O ritual acontece no inverno, quando o Sol cruza o ceu mais baixo e se põe mais cedo. Orcs assimilam o Sol ao seu Deus Gaash.
Tenta-se realizar o ritual o mais próximo do solstício de Inverno, por representar a noite mais longa. Os Orcs acreditam que a noite mais longa é por conta da quantidade de comida que Gaash comeu, bebida que bebeu, e lutas que ganhou, durante o festejo com os orcs. Quanto mais Gaash descansa, mais ele festejou.
Ao por-do-sol é costumeiro aos Orcs trocarem roupas ou armas com aqueles que consideram honrados ou apreciam em combate. Após a troca, as roupas são lavadas e qualquer outro objeto é limpo minuciosamente. Não se trata de uma questão de higiene, mas um sinal de renovação.

Kabugazz – Rito de Memória. Uma noite por mês, um xamã conta histórias do povo – ou da raça, ou da tribo. As de batalhas são as favoritas. Normalmente, as melhores viram círculos da memória e ficam onde ela aconteceu.

Prozk’dlya – Rito de provação, aplicado aos 10 anos de idade aos orcs, quando atingem a maturidade e capacidade plena para o combate. O ritual difere de tribo para tribo. Algumas exilam os jovens durante o inverno para que sobrevivam por si mesmos e somente ao fim da estação retornem, com a capacidade comprovada e com o merecido respeito. Outras, mais brutais, colocam em confronto os jovens urks, chamados Molod, num combate até a morte, em que somente o vencedor integrará a tribo.
Os orcs que falham no Prozk’dlya são exilados permanentemente, se retornam à tribo antes do fim da estação, considerando-se extremo sinal de covardia. Aqueles que retornam no prazo certo, mas que sofrem mutilações durante esse período, prejudicando-os no combate, são tomados como escravos de Goth ou Ghaash.

Urro’urk – Rito de Batalha. Depois do primeiro inimigo os orcs eram poucos e não podiam formar grandes hordas. Para evitar que muitos morressem e as tribos desaparecessem, os orcs criaram esse rito de combate entre tribos sem que milhares morressem. Pequenos grupos se dirigiam para a fronteira da tribo adversária e lá eles gritavam quantos eram e o que queriam. A tribo adversária então mandava um número de guerreiros aproximado para combater os intrusos.
Isso geralmente evitava que muita gente morresse, ao mesmo tempo permitia que os vitoriosos satisfizessem-se e resolvessem as coisas com violência. Trapacear no chamado é desonrado e covarde – uma ofensa à própria raça. Esse é um costume abandonado, agora que as tribos tiveram que se unir, mas não foi esquecido.

Costumes e Arquétipos:

Honra ou Onrah
Orcs acumulam o que eles chamam de Onrah, que é algo como se fosse uma competição, onde cada um acumula ponto de acordo com seus feitos. Quanto mais bravo, heróico e grandioso o feito, mais Onrah ele tem. Participar de uma guerra acumula muita Onrah, morrer lutando acumula ainda mais. Inversamente a isso, perde-se Onrah com feitos vergonhosos como fugir de um combate, quebrar uma tradição ou, ainda pior, resignar-se a algum trabalho compulsório ou à escravidão.
Via de regra, um orc com pouca Onrah é um orc morto ou, pior, solitário.

Iska-majokai
Nenhum orc sábio o bastante vai contra os espíritos ou contra o Goth, mas há nas tribos sempre um Iska de Majokai ou tolo, cuja função é falar abertamente. Geralmente os iskas atraem a ira de goths e shamans, eles costumam fazer piadas (algumas violentas) e confundir as pessoas da tribo e são geralmente bem irritantes, mas caso algo dê errado na tribo, eles levam a cula. O mais comum é eles terem vidas divertidas e breves.

Re-hiztoria Urk
Xamãs guardam as historias dos heróis e goths do passado e ocasionalmente contam elas. Em dias especiais essas história merecem inclusive uma encenação. Toda a tribo é reunida para assistir um feito lendário.
Por exemplo, a vez em que o Goth Gerlag matou o dragão da água para roubar sua água e acabar com uma seca, é retratada com um orc sendo escolhido como Goth Gerlarg, outro se veste de azul e vira o dragão, e a historia é contada de maneira viva para os presentes. Geralmente os envolvidos já sabem a história, mas não é incomum um orc tentar mudar a história. Fato conhecido é que todos os combates são reais e com armas de verdade, o que faz com que esses teatros brutais serem sangrentos e congratula com grande honra os atores.

Zpiri Maahbrug: Orcs da Maahbrug têm o hábito de sentarem-se na pedra da força, ao lado da Suprema Maabrug, e se refletir sobre uma luta que teve e pedir orientação para saber como melhorar sua técnica. Alguns dizem que recebem orientações de espíritos antepassados e são fortificados pelo espírito da própria cachoeira.

Sponsors