Mystical Tales Shard

Elfos e as Classes
Os Elfos tornaram-se bastante diferentes e isso evidentemente influenciou a formação profissional dos indivíduos da raça, como já mencionado. Dessa forma, faz-se pertinente comentar as tendências atuais dos membros da raça.

Elfos Arcanos: Por maior que sejam as mudanças sofridas na essência élfica, sua aptidão mágica ainda persiste virtuosa. No entanto, com o fim das escolas mágicas élficas e a marginalização da raça, a descoberta deste talento e seus estudos tornaram-se bastante raros. Assim, os últimos grandes arcanos da raça foram aqueles que tiveram seus estudos financiados por alguma família nobre humana – tornando-se, portanto, um Mago de Família, herdando o nome, em casos mais afetivos.

Com tudo isso, não se vê muitos elfos arcanos hoje em dia, os mais comuns são Alquimistas e Destruidores – os últimos empenhados na extinção drow.

Elfos Artífices: É notável a sensibilidade artística e a empatia natural com a natureza, tal como a estrutura corporal pouco robusta. Assim, é natural que existam elfos excelentes Artesãos e Fazendeiros, e quase nenhum Metalúrgico e Extator. Elfos carpinteiros costumam empenhar-se mais na fabricação de peças mais detalhadas e leves.

Elfos Combatentes: Na conquista de Myrthos, tentou-se motivar elfos a pegarem em armas. No entanto, o que se viu foi poucos soldados de infantaria e alguns arqueiros – estes sim exímios e preciosos em seu ofício. É raro que se veja elfos empunhando armas pesadas ou escudos imensos, como guerreiros e guardiães.

Elfos Espiritualistas: a morte de Malinörme e a queda de Eldanore atingiram em cheio os corações élficos, botando em cheque sua fé. Assim, muitos espiritualistas sentiram-se abandonados por suas divindades padroeiras, encontrando alento nos braços de entidades até então pouco cultuadas pela raça. Vê-se hoje em dia, elfos devotos a Kaylin e Luna – o que faz surgir clérigos da Tríade -, estes ansiosos por tingir o chão sangue drow, e elfos que pregam que a vida deve ser (bem) vivida – o que fez surgir clérigos do Destino.
Elfos curandeiros são frequentemente, aqueles que tiveram seu treinamento financiado por alguma família nobre e que mais tarde foram mandados à guerra para servirem em emergências no campo de batalha.
Os Druidas, outrora guias espirituais muito respeitados, são comumente saudosistas de uma vida que não lhes pertence mais, e que tomam a defesa da natureza como uma missão fanática. Assim, procuram estar atentos para que não aconteça com monumentos naturais sacros, o que aconteceu com os de Volund.
Não se vê clérigos paladinos, algozes ou, evidentemente, clérigos de Lolth.

Elfos Ladinos: A já comentada sensibilidade élfica faz surgir nesta raça ótimos músicos e poetas, gerando, portanto, ótimos bardos. A destreza aliada à vida dura que levaram e à falta de oportunidade, geram Ladrões habilidosos. Assassinos costumam ter motivação na amargura de sua história. Especialistas são mais raros, pela necessidade de estudos, mas costumam ter sucesso na carreira.

Elfos Selvagens: Elfos com esses talentos foram fundamentais na sobrevivência dos membros da raça que optaram por uma vida fora das cidades no período pós-moraviano e pré-myrthos. Ainda hoje, sejam saudosistas ou não, é comum que elfos atendam instintos intrínsecos e tornem-se Desbravadores, Domadores de Feras ou Rangers.

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