Mystical Tales Shard

Segredos


Já fazem duzentos anos desde que os exploradores de Orthae’Chel partiram na expedição seguindo o mapa encontrado em Trezen Elemiire sem retorno. Al’Evin, agora conhecida como a Rainha Imortal, domina todo o subsolo de Volund e, por ter sido a unica cidade estruturada no período pós guerra, Orthae’Chel passou a se tornar um inimigo perigoso para quem se opusesse abertamente contra os drow.

Com isso os drow conseguiram forçar que as cidades humanas recusassem os elfos, que aos poucos foram perdendo o apoio dos humanos para evitar problemas e, longe dos muros das cidades, eram alvos fáceis para ataques noturnos. Muitos elfos foram torturados, escravizados e assassinados por esporte durante os últimos 200 anos pelas mãos das tropas de Al’Evin.

Tortura

Drow alquimista torturando um elfo por pura diversão

Apesar dos drow viverem em uma era de ouro, alguns ainda buscavam resolver o mistério de Orbb Har’ol e diversos grupos de expedição procuram por informações por toda Volund. Exceto pelo território drider pois Al’Evin proibiu a entrada de qualquer drow na região desde que ela ordenou que sua filha, Q’xernin, guiasse os humanos para matarem Cidrill, sua outra filha.

Porem isso não impediu que exploradores começassem a buscar por mais informações nas cidades anteriores a Orthae’Chel e lá, na verdade, encontraram evidencias que mudariam parar sempre a história do povo drow.

Drow explorando os tuneis proibidos de Orthae’Chel

Segue um trecho do diário de Jzaiila Liwl, exploradora e historiadora:

Nós cometemos uma loucura! Jamais deveríamos ter pisado no território drider.
Assim que chegamos próximos a Zsiveli, a antiga cidade, havia um grupo delas guerreando com formians. Assim que nos viram elas ignoraram por completo as formians, que aproveitaram para fugir. Nós perdemos parte dos seguranças e mais da metade dos nossos suprimentos.

Acuados, nos refugiamos em uma ruína. Achei que iriamos morrer ali mesmo, mas as driders parecem ter um medo muito forte deste lugar. Elas não entraram aqui e assim que começamos a vasculhar as ruínas, procurando uma saída ou uma proteção melhor, elas fugiram em desespero.

Poucas horas depois, temo que nós devíamos ter feito o mesmo…
Encontramos um tumulo feito de ossos. Ossos de escravas. Todas usando roupas de sacerdotisas… Tumulo típico de alguma nobre ou líder de Casa, que leva todas suas serviçais com ela. A unica diferença é que neste tumulo de nobre não havia inscrições. Quando achamos a dona do tumulo meus olhos não acreditaram…
Era Al’Evin, a rainha imortal. Ali, praticamente intacta, embora todas as outras em volta dela não passassem de ossos e poeira, assim como suas roupas e jóias.  Que Lolth nos proteja!

Al’Evin, conhecida como A Rainha Imortal, em seu tumulo com mais de 300 anos

 

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